Greve geral de professores na Cisjordânia
Milhares de professores palestinos seguem em greve iniciada em 13 de outubro depois do Ministério da Educação Palestina se recusar a atender as reivindicações da categoria. A greve afeta todas as escolas, exceto aquelas localizadas em campos de refugiados.
Apesar da forte mobilização contra a recusa da Autoridade Palestina (AP) em melhorar as condições de trabalho, a AP optou pela repressão e suspendeu 27 professores considerados os líderes do movimento grevista.
Entre as reivindicações, os professores exigem o fim do corte mensal de 50% de seus salários, além da decisão do ministério de reduzir os dias letivos de seis para três por semana, medida que afeta o milhares de alunos na Cisjordânia.
A greve é dirigida pelo Movimento Unificado dos Professores e acontece apesar do acordo feito entre o Ministério da Educação e a União Geral dos Professores Palestinos (GUPT) que está cooperando junto à AP contra as reivindicações da categoria e que vem tentando dissuadir o movimento grevista.
O Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis lançou nota em apoio à greve.

