Caos no Espirito Santo: nota pública

9 de fevereiro de 2017

O caos na segurança pública no Espirito Santo é reflexo dos ataques que os trabalhadores e a nação brasileira vêm sofrendo desde o golpe que levou ao governo central da nação um impostor: Temer.

O congelamento dos gastos públicos por vinte anos (PEC55) e a Lei de Responsabilidade Fiscal, são as justificativas do governador licenciado Paulo Hartung (PMDB) e de seu vice em exercício Cesar Colnago (PSDB), a serviço do pagamento dos juros das dívidas do estado à União, que destroem totalmente os serviços públicos de saúde, da educação e, não poderia ser diferente, da segurança pública.

É essa política de destruição que impede que seja atendida a reivindicação dos policiais de reajuste de salários que estão congelados há mais de 4 anos.

É isso que está, de fato, acontecendo no Espirito Santo! E de quem então é a responsabilidade, pelo caos que desintegra o Estado? Quem é o único responsável por essa política que aprisiona toda a população em suas casas e coloca em risco a vida do povo do ES? Quem impede o acesso aos serviços públicos, à segurança, deixando o Estado abandonado a própria sorte e a todo tipo de violência? É mais cruel ainda com o trabalhador que vive nas periferias e não tem como se defender.

Quem deve, portanto, encontrar uma solução imediata que atenda as reivindicações dos policiais militares? A responsabilidade é única e exclusivamente do desgoverno do PMDB/PSDB, aonde os maiores prejudicados são os trabalhadores.

A população não pode e não deve aceitar essa tragédia que o governador está patrocinando no estado e repudiar qualquer tentativa de se jogar a população contra os policiais militares e seus familiares que se encontram em justa luta por seus direitos assim como todos os segmentos dos serviços públicos que sofrem ataques cerrados dos golpistas, seja na esfera da união ou dos Estados.

Está certo o presidente da CUT-ES ao afirmar que “é imperioso ainda que toda a sociedade exija do governo Paulo Hartung a abertura de diálogo imediato com a Polícia Militar, bem como com todo o funcionalismo público estadual, que padece de reajustes salariais que corrijam suas perdas inflacionárias e benefícios que lhes têm sido negados por um governo que apregoa aos quatro cantos uma situação financeira confortável”.

Nessa situação de calamidade, o Partido dos Trabalhadores deve reunir urgente suas instâncias e se posicionar, tanto na esfera Estadual como nos municípios, claramente ao lado dos trabalhadores.

Nenhum Direito a menos!

Greve Geral para barrar as contrarreformas que destroem a nação!

Fora Temer!

Assinam (em ordem alfabética):

Adna Lucia de Oliveira – PT de Vila Velha, Dealci Alves Ferreira – Presidente do SINDSEP/ES, Gilberto Brito – PT de Alegre, Gislaine Kalinowski – PT de Alegre, Jorge Luiz Câmara Rangel – PT de Vila Velha, Luciano Avellar – PT de Vila Velha, Orlando Milan – PT de Vila Velha.

2 comentários sobre “Caos no Espirito Santo: nota pública

  1. Por que só agora o PT aparece defendendo os policiais? Senti que o PT se acovardou durante toda a greve. Eu me considero um dos fundadores do PT, sou sindicalista Cutista aposentado por isso esperava mais da CUT e do PT.

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